Simplesmente Complicado
by: Heloisa Massaro
As vezes as coisas mais simples da vida por ironia do destino se complicam repentinamente sem nem ao menos avisar, mas as vezes as coisas mais complicadas se simplificam.
Aparência e essência, totalmente opostas e ao mesmo tempo inseparaveis.
O mundo é totalmente subjetivo mesmo quando quer ser objetivo.
Nem tudo que parece ser é.
Complique o simples e descomplique o complexo, viva insanamente e conscientemente, ame o odiável e odeie o amável, seja o oposto e o semelhante.
Se opostos e semelhantes se atraem sem regras misture os dois e viva igualmente diferente. (Heloisa Massaro)

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Ah, o beija-flor. Vive trocando de flor, dispõe de uma infinidade delas para escolher, tantos aromas, tantas cores, tantos amores. Quando é nublado prefere a amarela que lhe lembra os raios de sol. Quando é quente, a suavidade e o frescor da azul o encantam. Nos dias tristes, as doces capturam o amargo da vida e lhe restituem a felicidade. Ele nutre um amor por essa, uma preferência por aquela e uma admiração por outra, entretanto cativa a todas e lhes direciona uma atenção única que as iludem como se fossem exclusivas no universo. Ah, o beija-flor, tão belo de se admirar. Mas quando deixa a ingenuidade de um simples pássaro para habitar uma mente e um coração que fazem sofrer, ele tanto machuca que se esquece a beleza que é ver flores, asas e cores em um ritmo belo de acordes dissonantes e melodia envolvente.
- Heloisa Massaro

Ah, o beija-flor. Vive trocando de flor, dispõe de uma infinidade delas para escolher, tantos aromas, tantas cores, tantos amores. Quando é nublado prefere a amarela que lhe lembra os raios de sol. Quando é quente, a suavidade e o frescor da azul o encantam. Nos dias tristes, as doces capturam o amargo da vida e lhe restituem a felicidade. Ele nutre um amor por essa, uma preferência por aquela e uma admiração por outra, entretanto cativa a todas e lhes direciona uma atenção única que as iludem como se fossem exclusivas no universo. Ah, o beija-flor, tão belo de se admirar. Mas quando deixa a ingenuidade de um simples pássaro para habitar uma mente e um coração que fazem sofrer, ele tanto machuca que se esquece a beleza que é ver flores, asas e cores em um ritmo belo de acordes dissonantes e melodia envolvente.

- Heloisa Massaro


Photo postado em 15/01/2012 às 8:35pm | 2 notes | (reblogue this!)
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Ah, se esse vagão falasse. Teria tantas histórias para contar, são tantos pequenos pedaços que se aglomeram em minúsculos espaços, carregando uma imensidão de lembranças, de amores, de tristezas, de decepções e de alegrias. Em uma vida tão distante do sol, ele carrega olhares ansiosos, inquietos, cansados, brilhantes e apagados e faz deles a sua luz diária. São tantos segredos calados que o povoam. Vidas distintas e desconhecidas compartilham a fragilidade de alguns minutos, participando e completando a historia alheia, mesmo que ninguém, na distração da rotina, perceba a peculiaridade presente naquele momento. São olhares, são segredos, são vidas que se encontram e desencontram todos os dias, caladas, inquietas e distraídas. Ah, se esse vagão falasse…
- Heloisa Massaro

Ah, se esse vagão falasse. Teria tantas histórias para contar, são tantos pequenos pedaços que se aglomeram em minúsculos espaços, carregando uma imensidão de lembranças, de amores, de tristezas, de decepções e de alegrias. Em uma vida tão distante do sol, ele carrega olhares ansiosos, inquietos, cansados, brilhantes e apagados e faz deles a sua luz diária. São tantos segredos calados que o povoam. Vidas distintas e desconhecidas compartilham a fragilidade de alguns minutos, participando e completando a historia alheia, mesmo que ninguém, na distração da rotina, perceba a peculiaridade presente naquele momento. São olhares, são segredos, são vidas que se encontram e desencontram todos os dias, caladas, inquietas e distraídas. Ah, se esse vagão falasse…

- Heloisa Massaro


Photo postado em 12/01/2012 às 11:50am | 0 notes | (reblogue this!)
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Eu nada pensava quando me peguei observando seus copos. Ele bebia água, ela caipirinha. O significado daquilo ultrapassava a barreira do simples fato, era mais que lembranças, planos, sonhos… Era uma irônica semelhança que eu construía em frases tentando expressar e esconder o que aquela cena despertava em mim, criando ideias e imaginando fatos que talvez não passassem nem perto de ser metáforas de suas realidades. Ele tinha cara de cama, cheirava a livro e vestia aquela calça e camiseta que estavam jogadas na cadeira de seu quarto desde o dia anterior. Ela tinha cara de metrópole, cheirava a sonho e não dispensava o vestido que a deixava em sintonia com a tarde ensolarada. Ele tinha acabado de acordar com a ligação dela para almoçarem juntos, tomara uma xícara de café forte e fazia a típica refeição paulistana às 3 da tarde, resumindo café da manhã, almoço e jantar a um prato quente servido em um boteco. Ela acordara cedo, tinha tomado uma caneca de café com leite e comido um pão com manteiga as 8 da manhã, depois havia andado pelas ruas da metrópole observando as mesmas caras sempre desconhecidas, quando se deu conta de que já passava da 1 e meia da tarde e precisava de companhia para almoçar. Ele amava seus livros e tudo novo que apendia, gostava de observar, as vezes se valia de uma alienação que ele mesmo abominava e possuía um gosto musical um tanto quanto duvidoso. Ela gostava de perseguir seus sonhos e não deixava objetivos meio acabados, era um tanto quando teimosa, as vezes achava que sabia tudo e não trocava o fascínio da bossa nova e as belas canções de Chico e Caetano por qualquer falsa melodia bem tocada. Eles de nada pareciam e de tudo se combinavam. Ele não trocava a menina impaciente por qualquer outra que passasse o dia a ler livros com ele. Ela não trocava o menino dos cabelos bagunçados por qualquer outro engravato que bebesse vinho com ela. A sintonia daquela antítese era espantosa até mesmo para o mais sábio dos poetas, não se resumia aos beijos e mordidas trocados, era composta pela mais bela melodia que os unia em uma harmonia perfeita demais até para Beethoven. Era tão estranho de se pensar que tudo isso se resumia a um simples fato, ele bebia água e ela caipirinha.
- Heloisa Massaro

Eu nada pensava quando me peguei observando seus copos. Ele bebia água, ela caipirinha. O significado daquilo ultrapassava a barreira do simples fato, era mais que lembranças, planos, sonhos… Era uma irônica semelhança que eu construía em frases tentando expressar e esconder o que aquela cena despertava em mim, criando ideias e imaginando fatos que talvez não passassem nem perto de ser metáforas de suas realidades. Ele tinha cara de cama, cheirava a livro e vestia aquela calça e camiseta que estavam jogadas na cadeira de seu quarto desde o dia anterior. Ela tinha cara de metrópole, cheirava a sonho e não dispensava o vestido que a deixava em sintonia com a tarde ensolarada. Ele tinha acabado de acordar com a ligação dela para almoçarem juntos, tomara uma xícara de café forte e fazia a típica refeição paulistana às 3 da tarde, resumindo café da manhã, almoço e jantar a um prato quente servido em um boteco. Ela acordara cedo, tinha tomado uma caneca de café com leite e comido um pão com manteiga as 8 da manhã, depois havia andado pelas ruas da metrópole observando as mesmas caras sempre desconhecidas, quando se deu conta de que já passava da 1 e meia da tarde e precisava de companhia para almoçar. Ele amava seus livros e tudo novo que apendia, gostava de observar, as vezes se valia de uma alienação que ele mesmo abominava e possuía um gosto musical um tanto quanto duvidoso. Ela gostava de perseguir seus sonhos e não deixava objetivos meio acabados, era um tanto quando teimosa, as vezes achava que sabia tudo e não trocava o fascínio da bossa nova e as belas canções de Chico e Caetano por qualquer falsa melodia bem tocada. Eles de nada pareciam e de tudo se combinavam. Ele não trocava a menina impaciente por qualquer outra que passasse o dia a ler livros com ele. Ela não trocava o menino dos cabelos bagunçados por qualquer outro engravato que bebesse vinho com ela. A sintonia daquela antítese era espantosa até mesmo para o mais sábio dos poetas, não se resumia aos beijos e mordidas trocados, era composta pela mais bela melodia que os unia em uma harmonia perfeita demais até para Beethoven. Era tão estranho de se pensar que tudo isso se resumia a um simples fato, ele bebia água e ela caipirinha.

- Heloisa Massaro


Photo postado em 7/01/2012 às 8:43pm | 0 notes | (reblogue this!)
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Pensei até em perder algumas horas deslizando por algumas linhas e gastando algum vocabulário para tentar canalizar esse desapontamento em palavras subentendidas. Descobri que talvez você não mereça minhas frases cuidadosamente formuladas. Deveria ser fria e tratar-te da mesma forma como insensivelmente você insiste em ignorar o sentimentos implícitos em uma pessoa. Não compreendo a existência de uma capacidade humana que a permita amar e desamar em questão de segundos, lugares e pessoas, porque talvez isso signifique que não houve sentimento em momento algum, somente um egoísmo exacerbado fundamentado nessa impossibilidade de desviar o olhar para o outro, fixando-se somente em seus desejos e necessidades. Se por um longo tempo me entreguei a esperança, sempre acreditando que havia uma brecha para se acreditar, hoje desisti de perder segundos, palavras e sentimentos com alguém que nem ao menos os tem. Desde já me lamento pelas palavras que acabei de jogar fora com você e que havia me prometido que não iria gastá-las.
- Heloisa Massaro

Pensei até em perder algumas horas deslizando por algumas linhas e gastando algum vocabulário para tentar canalizar esse desapontamento em palavras subentendidas. Descobri que talvez você não mereça minhas frases cuidadosamente formuladas. Deveria ser fria e tratar-te da mesma forma como insensivelmente você insiste em ignorar o sentimentos implícitos em uma pessoa. Não compreendo a existência de uma capacidade humana que a permita amar e desamar em questão de segundos, lugares e pessoas, porque talvez isso signifique que não houve sentimento em momento algum, somente um egoísmo exacerbado fundamentado nessa impossibilidade de desviar o olhar para o outro, fixando-se somente em seus desejos e necessidades. Se por um longo tempo me entreguei a esperança, sempre acreditando que havia uma brecha para se acreditar, hoje desisti de perder segundos, palavras e sentimentos com alguém que nem ao menos os tem. Desde já me lamento pelas palavras que acabei de jogar fora com você e que havia me prometido que não iria gastá-las.

- Heloisa Massaro


Photo postado em 28/11/2011 às 7:10pm | 0 notes | (reblogue this!)
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Era agosto quando as flores começaram a florescer, meio fora de época, sem avisar elas surgiram no jardim, transformando-o em uma aquarela invejável. Havia já um ano desde que elas se foram, suas folhas caíram as poucos e um vento impiedoso fizera com que todas as flores sumissem, antes mesmo que chegasse a primavera. Colhi algumas das novas flores, menos que da última vez, deixei a maioria no jardim, esperando que elas durassem para pudesse colhe-las no outono. As poucas que colhi coloquei em um vaso, porém elas logo secaram e se encheram de espinhos. Guardei-as junto com as lembranças das anteriores, dentro de um velho baú que não abria havia tempos, ele cheirava passado, saudade e dor, causando-me uma nostalgia imensa. 
Sentei a sombra para esperar pelas minhas flores até o outono, mas dessa vez trouxe um livro comigo, não queria me dedicar somente a elas para que terminassem por ser levadas pelo vento. As vezes regava-as e cheirava-as esperando que sobrevivessem até o outono, mesmo que negasse essa esperança a mim mesma. Era uma noite fria de novembro, durante a primavera, que senti uma brisa bagunçando meus cabelos. Essa brisa logo transformou-se em um vento e, mesmo com um enorme aperto no coração, eu assisti as flores serem levadas pelo vento. Observei inerte cada pétala sendo arrancada, cada aroma que me era tirado e cada botão que era destruído antes mesmo de desabrochar.
Ao fim do vendaval levantei-me e entrei em casa, enquanto algumas gotas de chuva caiam atrás de mim. Limpei meus sapatos, balancei minha saia, prendi meus cabelos e fui viver minha vida, esperando até que as flores reapareçam, mesmo que negue essa esperança a mim mesma.
- Heloisa Massaro

Era agosto quando as flores começaram a florescer, meio fora de época, sem avisar elas surgiram no jardim, transformando-o em uma aquarela invejável. Havia já um ano desde que elas se foram, suas folhas caíram as poucos e um vento impiedoso fizera com que todas as flores sumissem, antes mesmo que chegasse a primavera. Colhi algumas das novas flores, menos que da última vez, deixei a maioria no jardim, esperando que elas durassem para pudesse colhe-las no outono. As poucas que colhi coloquei em um vaso, porém elas logo secaram e se encheram de espinhos. Guardei-as junto com as lembranças das anteriores, dentro de um velho baú que não abria havia tempos, ele cheirava passado, saudade e dor, causando-me uma nostalgia imensa. 

Sentei a sombra para esperar pelas minhas flores até o outono, mas dessa vez trouxe um livro comigo, não queria me dedicar somente a elas para que terminassem por ser levadas pelo vento. As vezes regava-as e cheirava-as esperando que sobrevivessem até o outono, mesmo que negasse essa esperança a mim mesma. Era uma noite fria de novembro, durante a primavera, que senti uma brisa bagunçando meus cabelos. Essa brisa logo transformou-se em um vento e, mesmo com um enorme aperto no coração, eu assisti as flores serem levadas pelo vento. Observei inerte cada pétala sendo arrancada, cada aroma que me era tirado e cada botão que era destruído antes mesmo de desabrochar.

Ao fim do vendaval levantei-me e entrei em casa, enquanto algumas gotas de chuva caiam atrás de mim. Limpei meus sapatos, balancei minha saia, prendi meus cabelos e fui viver minha vida, esperando até que as flores reapareçam, mesmo que negue essa esperança a mim mesma.

- Heloisa Massaro


Photo postado em 25/11/2011 às 11:28am | 0 notes | (reblogue this!)
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Eu cansei de acreditar e me decepcionar, já vi todas as segundas chances preenchidas pelos mesmos erros, e todas as promessas se consolidaram lindos paradoxos cruelmente imprevistos. Em uma proporção injusta me atribuo a maior parte da culpa pela decepção que me abriu sem pedir licença. “Talvez eu devesse ter previsto que seria dessa forma”, digo e repito a um coração irracional que não compreende a falibilidade humana. Depois de muito tentar em vão, consegui por um tempo ínfimo me isolar de sentimentos em uma bolha de lágrimas, desisti dos enigmas e dos jogos, me livrei das indiretas e escolhi trilhar um caminho claro, direto e curto, cheio de pedras e espinhos, que me permite chegar até um novo. Cansei de insistir, voltar e enrolar nesse mesmo caminho escuro que conheço por tempo excessivo, passou do tempo de começar a caminhar por uma nova estrada, não vou mais procurar respostas que não existem em locais que nunca habitaram. Decidi que quero saber sem mais delongas se inicio meu novo caminho sozinha ou acompanhada.
- Heloisa Massaro

Eu cansei de acreditar e me decepcionar, já vi todas as segundas chances preenchidas pelos mesmos erros, e todas as promessas se consolidaram lindos paradoxos cruelmente imprevistos. Em uma proporção injusta me atribuo a maior parte da culpa pela decepção que me abriu sem pedir licença. “Talvez eu devesse ter previsto que seria dessa forma”, digo e repito a um coração irracional que não compreende a falibilidade humana. Depois de muito tentar em vão, consegui por um tempo ínfimo me isolar de sentimentos em uma bolha de lágrimas, desisti dos enigmas e dos jogos, me livrei das indiretas e escolhi trilhar um caminho claro, direto e curto, cheio de pedras e espinhos, que me permite chegar até um novo. Cansei de insistir, voltar e enrolar nesse mesmo caminho escuro que conheço por tempo excessivo, passou do tempo de começar a caminhar por uma nova estrada, não vou mais procurar respostas que não existem em locais que nunca habitaram. Decidi que quero saber sem mais delongas se inicio meu novo caminho sozinha ou acompanhada.

- Heloisa Massaro


Photo postado em 24/10/2011 às 9:30pm | 0 notes | (reblogue this!)
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Em uma caixa, em um vestido, em um verso de uma música, em uma madrugada gelada de outubro, lá estava todo o mundo dentro da minha mão, mas eu deixei que escapasse. Em um caminho de desencontros, em uma estrada de pedras, eu escolhi me desviar algumas vezes, deixando alguns espinhos pelo caminho. No canto, os erros esquecidos no passado pedem perdão procurando se explicar. O que eu deveria fazer depois que você desistiu se o que me resta é somente o silêncio e ninguém para culpar? Há uma chuva teima em cair, há uma parede que tentei derrubar, mas o que deveria dizer simplesmente não passaria meus lábios, agora eu estou repetindo todas as palavras para mim mesma. Entre as linhas de uma página rabiscada e com palavras desconexas eu caminho, esperando que você compreenda algumas palavras que não pude dizer.
- Heloisa Massaro

Em uma caixa, em um vestido, em um verso de uma música, em uma madrugada gelada de outubro, lá estava todo o mundo dentro da minha mão, mas eu deixei que escapasse. Em um caminho de desencontros, em uma estrada de pedras, eu escolhi me desviar algumas vezes, deixando alguns espinhos pelo caminho. No canto, os erros esquecidos no passado pedem perdão procurando se explicar. O que eu deveria fazer depois que você desistiu se o que me resta é somente o silêncio e ninguém para culpar? Há uma chuva teima em cair, há uma parede que tentei derrubar, mas o que deveria dizer simplesmente não passaria meus lábios, agora eu estou repetindo todas as palavras para mim mesma. Entre as linhas de uma página rabiscada e com palavras desconexas eu caminho, esperando que você compreenda algumas palavras que não pude dizer.

- Heloisa Massaro


Photo postado em 6/10/2011 às 8:38pm | 0 notes | (reblogue this!)
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Perdi as palavras, os pensamentos e as idéias, procuro compreender o que parece incompreendível, busco pistas e respostas nos olhos e nas letras de quem não as comunica. Espero uma explicação sua sobre o que aos meus olhos perdeu o sentido.
- Heloisa Massaro

Perdi as palavras, os pensamentos e as idéias, procuro compreender o que parece incompreendível, busco pistas e respostas nos olhos e nas letras de quem não as comunica. Espero uma explicação sua sobre o que aos meus olhos perdeu o sentido.

- Heloisa Massaro


Photo postado em 12/09/2011 às 9:47pm | Notes | (reblogue this!)
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Escolhi a distância e a ignorância, não porque elas me agradassem, mas porque já era impossível acreditar e tentar. Fui ingênua e boba, não por me faltar conhecimento, e sim devido a essa estranha mania que tenho de acreditar que as pessoas podem agir de maneira diferente. Eu lutei contra as esperanças, mas acabei deixando-as voar livremente, porque eu tenho uma hábito bobo de estar sempre esquecendo erros passados. Apesar de tudo, as pessoas ainda insistem em te tratar como um espelho, sem sentimentos, que reflete as palavras sem absorvê-las, fingem que se importam e depois partem, como se não houvessem dito nada. Vivendo nesse filme reprisado, que, apesar de conhecer o roteiro inconsistente e incompleto, esperava por alguma mudança, vou me quebrando, recolhendo cacos e me remontando, escolhendo a distância e a ignorância.
- Heloisa Massaro

Escolhi a distância e a ignorância, não porque elas me agradassem, mas porque já era impossível acreditar e tentar. Fui ingênua e boba, não por me faltar conhecimento, e sim devido a essa estranha mania que tenho de acreditar que as pessoas podem agir de maneira diferente. Eu lutei contra as esperanças, mas acabei deixando-as voar livremente, porque eu tenho uma hábito bobo de estar sempre esquecendo erros passados. Apesar de tudo, as pessoas ainda insistem em te tratar como um espelho, sem sentimentos, que reflete as palavras sem absorvê-las, fingem que se importam e depois partem, como se não houvessem dito nada. Vivendo nesse filme reprisado, que, apesar de conhecer o roteiro inconsistente e incompleto, esperava por alguma mudança, vou me quebrando, recolhendo cacos e me remontando, escolhendo a distância e a ignorância.

- Heloisa Massaro


Photo postado em 11/09/2011 às 1:25pm | 1 note | (reblogue this!)
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Parece fácil, parece que não me importo, mas tudo vai muito além da aparência. Você fala, insiste, me faz acreditar, eu me fecho, me tranco, mas acabo cedendo. Depois passa, você some, finge que não disse nada, age como se eu não tivesse sentimentos, como se eu não tivesse guardado cada palavra que você disse.
- Heloisa Massaro

Parece fácil, parece que não me importo, mas tudo vai muito além da aparência. Você fala, insiste, me faz acreditar, eu me fecho, me tranco, mas acabo cedendo. Depois passa, você some, finge que não disse nada, age como se eu não tivesse sentimentos, como se eu não tivesse guardado cada palavra que você disse.

- Heloisa Massaro


Photo postado em 7/09/2011 às 11:23pm | Notes | (reblogue this!)
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